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23 fevereiro 2010

Projecto "Estamos Juntos"

Partilho convosco alguma da informação que recolhi sobre um projecto "Estamos Juntos", o qual me parece ter bastante interesse para animadores e para dirigentes de grupos e associações de jovens.

O projecto "Estamos Juntos" é um projecto de cooperação internacional em que participaram organizações juvenis de Portugal, França, Angola e S. Tomé e Príncipe. O principal objectivo desta iniciativa, de acordo com os promotores, "foi o reforço das capacidades das organizações de juventude através da partilha de experiências e da aplicação de métodos inovadores no trabalho com jovens. Os participantes tiveram a oportunidade de partilhar experiências e boas práticas, estabelecendo canais de comunicação para contactos futuros, construindo uma rede de apoio mútuo".

Um dos resultados deste projecto é o "Livro de Bolso do Gestor de Projectos de Juventude".

Este manual pretende orientar o trabalho de todos aqueles, iniciados ou mais experientes, que queiram realizar projectos com jovens, dando pistas e conselhos, ajudando a passar das ideias aos projectos, fornecendo referências bibliográficas e exemplos práticos.

No site www.estamosjuntos.net encontra-se este Livro de Bolso disponível para download, como também algum material de apoio referenciado ao longo do manual e informação sobre todo o projecto.

Este artigo está também disponível no Blogue da Comunidade Anigrupos.

07 março 2008

Ecos do V Colóquio "Caminhos da Animação"

Terminou no passado dia 5 de Março a edição deste ano do Colóquio "Caminhos da Animação", iniciativa uma vez mais levada acabo pelos alunos finalistas do Curso de Animação Sociocultural da Escola Superior de Educação de Beja.
Estive presente no último dia de trabalhos. Foi um momento de reencontro com a"casa" onde estudei durante quatro anos e onde fui "uma espécie" de professor outros três anos. Reencontro com uma iniciativa que acompanhei de muito perto nas suas três primeiras edições.
Este ano assumi um novo papel, como "orador", tendo apresentado uma comunicação sobre "Animação e Empreendedorismo" no âmbito de um dos painéis do colóquio. Assisti, também, aos trabalhos do último dia do colóquio, tendo retido uma mais significativa presença nos painéis de animadores socioculturais, quase todos eles ex-alunos da ESE de Beja, que ali relataram as experiências e projectos que protagonizam, hoje, nas comunidades e instituições em que estão inseridos.
Importa salientar, que esta iniciativa, tal como outros encontros que se vão realizando ao longo do ano e em diferentes regiões do país, constitui um importante instrumento no caminho de consolidar a afirmação e o reconhecimento da Animação Sociocultural.

23 fevereiro 2008

V Colóquio "Caminhos da Animação"


O V Colóquio “Caminhos da Animação” é organizado pelos alunos finalistas do Curso de Animação Sociocultural da Escola Superior de Educação de Beja e a exemplo de anteriores edições, pretende constituir-se como um espaço de reflexão e de intercâmbio de experiências sobre diferentes âmbitos de intervenção da Animação Sociocultural.
Esta Iniciativa será, também e naturalmente, um meio de divulgar a Animação Sociocultural, enquanto instrumento de intervenção, junto de instituições que a ela podem recorrer para conseguir actuações nos mais variados domínios, como por exemplo a Educação, a Cultura, a Acção Social, o Desenvolvimento Local, Criação de Públicos e Gestão e Programação Cultural.
Nesta V Edição do Colóquio e II Edição das Jornadas é também intenção da organização assinalar a passagem de 10 Anos da abertura do curso na Escola Superior de Educação de Beja, promovendo assim o contacto entre ex e actuais alunos do curso, tal como abrir estas iniciativas à participação de todos, aliás como é apanágio de qualquer intervenção no âmbito da Animação Sociocultural.

15 janeiro 2008

"PAIS XXI" - Um projecto de educação parental

No final da semana passada, no âmbito de um Seminário promovido pela Comissão de protecção de Crianças e Jovens de Portimão, tive a oportunidade de assistir à apresentação de uma comunicação do psicólogo Hugo Cruz sobre o projecto "Pais XXI".
Jogaram à macaca, à cordinha e à cabra cega. Brincaram com marionetas. Imaginaram-se velhinhos numa fingida viagem ao futuro. Encarnaram actores e actrizes. Pode parecer estranho, mas os participantes destas actividades já ultrapassaram todos os trinta anos. São pais. E os exemplos enumerados foram experiências que destacaram. Viveram-nas no âmbito do Pais XXI, um dos poucos projectos de educação parental do país.
O projecto "Pais XXI" parece-me deveras interessante a vários níveis: uma fundamentação conceptual e teórica sólida, um modelo de intervenção claramente definido e uma prática de envolvimento activo dos destinatários. Este projecto, desenvolvido por uma equipa de psicólogos, utilizou o jogo dramático e teatral para trabalhar objectivos socio-educativos com pais. Foi realizado no âmbito do Plano Municipal de Prevenção Primária das Toxicodependências de Santa Maria da Feira promovido pela Federação das Associações de Pais e Encarregados de Educação daquele concelho do norte do país. Mais informações sobre este projecto podem ser obtidas aqui. O projecto originou um livro: "Pais - Uma experiência", que pode ser encomendado nesta ligação.
Para os estudantes e profissionais da Animação Sociocultural este é um exemplo de uma boa prática de actuação, levada acabo por profissionais de outra área, sobre a qual importa reflectir e que talvez possa ajudar a entender melhor o que o Dr. Marcelino Lopes, professor de animação e animador sociocultural, escreveu aqui.

30 maio 2007

Registos breves

Caminhos em Animação, Despertar da Mente, Faz da Animação a tua Educação, Célula Animada, Animar para Educar e Vamos Animar são as ligações a blogues da autoria de alunos do 3º ano da Licenciatura em Educação da Universidade do Minho (Braga), que frequentam a disciplina de “Projecto e Seminário de Educação de Adultos e Intervenção Comunitária”. Estes 6 espaços permitem acompanhar a evolução dos projectos de animação que aqueles alunos estão a realizar no âmbito da sua formação e incluem alguns textos de pesquisa sobre conceitos relacionados com animação.

O Prof. Avelino Bento da Escola Superior de Educação de Portalegre endereçou-me os parabéns pela reestruturação deste espaço através de um artigo publicado no blogue Exdra/Animação. Agradeço de forma sentida os elogios ali feitos ao trabalho que tenho vindo a desenvolver neste blogue ainda que, sem falsas modéstias, me pareçam ligeiramente exagerados.

25 maio 2007

A metodologia de projecto na Animação Sociocultural

Um dos princípios fundamentais de actuação em Animação Sociocultural é a utilização da denominada “metodologia de projecto” nas suas intervenções. Entre outras coisas, tal significa que as actuações devem ser devidamente fundamentadas e justificadas numa análise da realidade onde se pretende intervir. Significa, também, que as actividades que se implementam e as metodologias que se utilizam não constituem um fim em si mesmas, mas antes meios de atingir objectivos previamente estabelecidos.

Se é verdade que poucos colocarão em causa os princípios antes enunciados, a realidade das intervenções levadas acabo por Animadores Socioculturais frequentemente resultam em distorções, maiores ou menores, desses mesmos pressupostos teóricos. Com efeito é frequente partir-se, por decisão dos próprios animadores ou, mais frequentemente, por imposições externas, do fim, isto é de uma ideia das actividades que se pretendem realizar que, deste modo, acabam por constituírem-se como o próprio objectivo da intervenção do animador (quantas vezes não lemos já que o objectivo de um projecto é a promoção desta ou daquela actividade?). Neste caso os objectivos elaboram-se não a partir dos resultados obtidos da aplicação de técnicas e instrumentos de observação e análise da realidade, mas antes das actividades que se pretendem realizar. A própria fundamentação do projecto deixa de ser baseada nesses mesmos resultados para se constituir numa mera justificação das actividades que se pretendem atingir.

Importa ter presente que uma parte não desprezível das actuações levadas a efeito por animadores socioculturais resulta de “encomendas” institucionais muito centradas no interesse de se realizar esta ou aquela actividade. Os motivos destas “encomendas” podem ser os mais diversos: porque há financiamentos (ou outros recursos) para um determinado tipo de acções; porque é tradição fazer-se aquela actividade; porque se viu algo daquele tipo e se achou que é uma boa ideia reproduzi-lo; etc.

Nestas circunstâncias, e de modo a não colocar de parte princípios basilares da Animação Sociocultural, impõe-se uma estratégia de actuação que não passe por cima de uma análise da realidade. Naturalmente que esta não será centrada na identificação de potencialidades, limitações e necessidades de um grupo ou comunidade, como se sustenta na tradicional metodologia de projecto. Será, antes, centrada na identificação de aspectos críticos e oportunidades decorrentes da realização de uma determinada acção, num determinado contexto e direccionada a um público específico. Interessa aqui aferir, com objectividade, o interesse e a viabilidade das acções que se pretendem desenvolver e, simultaneamente, obter informação que as permita desenhar de um modo adequado para que produzam o máximo efeito e se minimizem riscos e dificuldades identificados nessa análise a realidade.

21 maio 2007

De um Animador Sociocultural

Tomar, 13 de Maio de 2007
Por volta das 15h acordo e vou tomar o pequeno almoço. Entretanto vou ver as noticias do dia e faço o mesmo com os meus mails. Começam a aproximar-se as 17h e está um dia bonito para ir a uma esplanada beber um café. Sei que ás 18h vai haver teatro e penso que seria um bom programa para depois do café.
Não faço a mínima ideia de que peça de teatro é, sei apenas que é de um grupo de Castelo Branco, mas a sua qualidade ou género não sei nem de perto nem de longe. Mas como me considero um devorador de eventos culturais, pelo menos dos poucos existentes nesta cidade, não havia razão especial para não assistir a este, ainda por cima grátis (facto com o qual nem sempre concordo). Tenho algum "ódio" de estimação por aqueles jovens que dizem:
"Nesta cidade não se passa nada!" e depois quando há eventos a acontecer não vão, a maioria das vezes sem justificação lógica. O pior é que muitas dessas pessoas são minhas amigas, mas enfim, não é por isso que para mim deixam de ser especiais, mas que me enervam com essa conversa, isso é um facto, eheh.
Envio uma mensagem a 3 pessoas amigas a perguntarem se querem ir. Não vão ( o normal, lá está). Saio de casa para ir à espalanda beber café, deparo-me com a feira de velharias e compro um objecto engraçado por 1euro. São quase 18h e vou em direcção ao Cine-teatro preparado para ir sozinho ao teatro (também nada de anormal), mas lembrei-me que há uma amiga que mora a caminho, passo por sua casa e por acaso arranjo companhia.
Começa a peça às 18h15. Nada de transcendente, mas já deu para rir um pouco, tem ideias giras, mas vê-se que há actores com pouca experiência e algo nervosos. Mas a peça é gira, tendo em conta o amadorismo, conjuga teatro, com dança e musico ao vivo. Tem algum humor negro (que eu tanto gosto), no sentido em que goza com o dia-a-dia de muitos casais portugueses, algo desgraçados da vida. Mas a peça termina passado pouco tempo. Foi engraçada, mas muito curta, cerca de 15/20m. Aseguir dá-se a apresentação, com video-projecção, de todo o projecto que está por detrás desta peça de teatro. Em quase uma hora o projecto é apresentado em forma de documentário, com uma relativa qualidade. Ou seja, chego à conclusão que não assisti propriamente a uma peça de teatro, como julgava, mas posso dizer que assisti ao vivo à apresentação de um puro e verdadeiro projecto de Animação Sociocultural, na sua essência.
Este projecto, denominado ®existir, foi desenvolvido por uma senhora/rapariga (Filipa Francisco) formada na área da dança e integrada no CENTA (Centro de Estudos e Novas Tendências Artísticas), que foi convidada a ir dar aulas aos reclusos do Estabelecimento Prisional de Castelo Branco. A partir daí o que esta pessoa fez com os reclusos foi pura e simplesmente Animação Sociocultural. Projectou com os reclusos esta peça de teatro (denominada de "Nus-Meios"), em que os reclusos (alguns homens e mulheres, nem todos claro) foram eles próprios os agentes activos e até criadores desta peça. Obviamente que tudo começou com simples aulas de teatro-dança, mas depois tudo foi surgindo com a força da dançarina (Filipa), de levar isto mais além. Calculo eu, que tenha sido necessária muita força de vontade de todas as partes, da Filipa, do Estabelecimento Prisional e dos próprios reclusos. Sabemos nós da grande dificuldade que é trabalhar nestes meios, mas há quem seja um verdadeiro animador e faça verdadeira animação, porque neste projecto, sim, fez-se Animação Sociocultural. Porque aqui sim, o público-alvo foi envolvido activamente na acção e, apesar da Filipa ter sido a grande "cabeça" de toda a peça (encenou, escreveu), os próprios reclusos participaram com as suas histórias de vida no argumento desta peça, que partiu de um ideia já elaborada. Contudo, é de salientar a vontade de acreditar que as coisas são possíveis de acontecer. E todos os animadores têm aqui um exemplo concreto de um "sonho" tornado realidade.
Esta foi a 4ª vez que a peça foi apresentada ao público, onde do elenco fazem parte cinco reclusos, alguns outros que integraram o projecto já saíram em liberdade e outros não tiveram a força suficiente para continuar, de qualquer modo é de louvar este iniciativa. A peça são apenas 15/20m, o restante tempo tratou-se da apresentação do projecto e no final houve até espaço para perguntas e respostas com todos os envolvidos. Houve também aquela "choradeira" habitual com a directora do CENTA e do Estabelecimeto Prisional, e também alguns reclusos emocionados e comovidos. Mas isto para vos dizer que trabalhar com qualquer público-alvo e ir com ele à essecência da Animação é possível. Temos é de ser fortes e acreditar que podemos fazer os outros mais felizes independentemente da situação social, económica, cultural, física e mental.
No final, saí com um pensamento, que também partilho aqui com vocês com a certeza de que vão compreender o que quero dizer. Não desvalorizando nada nem ninguém, fiquei, mais uma vez, com a sensação de que não é necessário nenhum curso de Animação para se ser um óptimo animador. Há inúmeras pessoas, como esta Filipa, que praticam a Animação no dia-a-dia sem sequer saberem bem o que é a Animação, e, antagonicamente, há muitas pessoas denominadas de animadores que não praticam a Animação. Aliás, ao longo de toda esta apresentação nunca se mencionou a palavra Animação, porém, segundo os meus conhecimentos, isto sim, é Animação Sociocultural.
No entanto, sei também que um curso nesta área ajuda muita gente a desenvolver bons projectos, mas é necessário também que nas veias de uma pessoa haja sangue verde e animado, para poder ir à prisão e não ter vergonha.
Há algum tempo que andava deslocado do mundo da Animação e até com incertezas se de facto é esta área que quero prosseguir profissionalmente.
Continuo com dúvidas em relação a isso por motivos (gostos) simplesmente pessoais, mas de uma coisa tenho a certeza: não quero nunca estar longe de quem acredita que a Animação não é uma utopia, mas sim uma realidade complexa e difícil, tal como também tenho a certeza de que quero ser um animador informal e anónimo, no meu dia-a-dia, nos pequenos gestos com quem está próximo de mim, seja quem for.
O texto acima transcrito, que recebi por e-mail, é da autoria de Rafael Vieira, um jovem de 24 anos que reside em Tomar e que é licenciado em Animação Sociocultural pela Escola Superior de Educação de Beja. Tive o prazer de conhecer o "Rafa" quando lhe dei aulas na ESE de Beja e dele conservo uma muito boa impressão enquanto pessoa e, muito especialmente, enquanto animador sociocultural.

16 outubro 2006

Esfera Líquida

Esfera líquida é a denominação de um blog da autoria de Carlos Silva, o qual se insere no âmbito do seu projecto final do curso. Transcrevo, a seguir, algumas frases retiradas do blogue que penso que permitem compreender a natureza e objecto deste projecto.

“Este projecto nasceu da possibilidade de ser feito algum mais, no que diz respeito ao universo da Animação Socioeducativa. Cresceu das sementes que a mesma defende, estimula e propaga. O desejo de empreendorismo, de renovação, de desenvolvimento local, grupal, individual. A visão de Animação não como um universo parado, alimentando-se somente de normas, de conceitos e realidades únicas, mas uma esfera líquida em constante discorrer existencial, metafísico, humano e social.”

“Animação Socioeducativa abraçará sempre os conceitos de cidadania, de desenvolvimento local, de um crescimento introspectivo, crítico, humano, do sujeito em constante interacção com o meio ambiente físico e social que o involve. E será que todos estes factores, toda esta riqueza de conteúdos, quiçá argumentativos, não poderiam tatuar a imagem, o pulsar e ambiência de um filme?”

“Foi esse desafio que coloquei, numa primeira instância, a mim próprio. Mas como a Animação, como todos os animadores e animadoras sabem, é uma realidade de partilha, de conjugação de esforços em prol de um desenvolvimento e crescimento que será benéfico para todos, porque não visa a angariação de riquezas materiais, mas sim a elevação de competências, de espíritos conscientes e participativos nos processos de decisão vários em competências culturais e sociais.”

Estou convenciso que este é um projecto para acompanhar com atenção pelos que se interessam pela Animação.

PS: Um obrigado ao Carlos Silva pelas palavras simpática que nos endereço num comentário a um artigo publicado neste blog.

06 junho 2006

Oficina de formação: " Educação para os Direitos Humanos no Trabalho Social e Educativo"

Nem a propósito. Referi no artigo anterior que o movimento associativo está cada vez mais interessado em conferir uma dimensão educativa à sua acção. Ora aqui fica o registo de mais um exemplo disso mesmo.

O Grupo Mais vai promover nos próximos dias 10 e 11 de Junho a Oficina de formação: " Educação para os Direitos Humanos no Trabalho Social e Educativo". Esta oficina terá um total de 12 horas e será dinamizada pelo formador do grupo MAIS Jo Claeys. O custo de participação de é 30€.

Vai decorrer em Alfama, no Largo do Outeirinho da Amendoeira nº 34 (antigas oficinas de fardamento do exercito). Para Inscrições e ou Informações adicionais contactar: grupomais@sapo.pt ou Ana Fernandes [TM] 96 421 79 26.

Quanto ao Grupo Mais fica aqui a transcrição da apresentação que podem encontrar na sua página Internet:

A MAIS - Animação e Inovação Social, constituiu-se em 2000 por um grupo de voluntários com vontade de desenvolver, autonomamente, actividades de apoio social e animação no concelho de Cascais. Actualmente, especializamo-nos na prestação de vários serviços, sem nunca esquecer a componente social que nos impulsionou para este projecto. Contamos com a colaboração de profissionais das mais variadas áreas constituindo um grupo multidisciplinar, que nos permite garantir respostas adequadas a cada contexto, público ou temática.

Sugiro vivamente uma visita ao site desta associação.

01 junho 2006

'Espaço Celeiros' em Évora

A associação ‘Pé de Xumbo” e a Sociedade Harmonia Eborense mantêm há meses, em Évora, uma programação cultural regular globalmente denominada ‘Espaço Celeiros’.

As entidades promotoras definem este projecto enquanto:

Espaço de programação diversificada, com uma componente formativa intensa. Programação abrangente, embora unificadora: propostas com formulação contemporânea e dinâmica, impregnadas de vida própria, vindas de áreas diversas: sejam as músicas e danças do mundo, a música clássica, o jazz, o rock, o hip hop ou o cante alentejano. No Espaço Celeiros dinamizam-se várias actividades, ao nível de diversas artes (música, teatro, dança, vídeo, artes plásticas), que se podem sistematizar da seguinte forma: aulas regulares, oficinas pontuais, programação à noite".

O 'Espaço Celeiros fica situado dentro das muralhas do centro Histórico de Évora, num espaço classificado e impregnado de história: os antigos celeiros da EPAC, agora totalmente desactivados.”

Pelo exposto e, também, porque sei que a adesão do público aos eventos que se tem vindo a realizar tem sido significativa, creio que este projecto pode constituir par quem trabalha na área da promoção e difusão cultural um interessante “case-study”. Ou, em português, um exemplo de boas práticas.

Mais informações aqui!