18 julho 2007

Férias

E pronto! A partir deste momento este espaço está, oficialmente, de férias até meados do mês de Agosto. Para aqueles que por aqui passarem ao longo destas semanas ficam algumas sugestões.

Aqui mesmo neste blogue recomendo que utilizem a barra situada à esquerda, para pesquisarem o arquivo deste blogue, designadamente pelas temáticas dos artigos que ao longo dos últimos dois anos e meio aqui tenho escrito.

Na barra à esquerda poderão encontrar ligações (links) para outras páginas que vos podem eventualmente interessar. Neste âmbito quero de recomendar vivamente alguma ligações:

Em primeiro lugar recomendo a visita à página da APDASC – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Animação Sociocultural. É, actualmente, a mais activa das associações de animadores do país e na sua página poderão encontrar notícias e conteúdos, com actualidade e interesse, sobre Animação Sociocultural. Fica, igualmente, o apelo a que, se reunirem as condições, se associem de modo a contribuir para que a Animação Sociocultural seja cada vez mais reconhecida.

Em segundo lugar recomendo a visita aos blogues do colegas animadores (é provável que também eles tenham merecidas férias por esta altura) Albino Viveiros, Bruno Moita, Rogério Silva e Ruben Costa.

Por último, deixo-vos a referência ao meu outro projecto na Internet, a página Anigrupos: Recursos para Animação de Grupos onde podem encontrar artigos e ligações sobre animação de grupos e mais de duas dezenas de jogos, dinâmicas e exercícios utilizáveis neste âmbito por animadores, professores, formadores e outros profissionais da área do trabalho social e educativo. Lá, poderão encontrar: jogos de apresentação, de quebra-gelo e de motivação; exercícios e dinâmicas para reforço do conhecimento interpessoal, da coesão grupal e das competências para o trabalho em grupo; jogos cooperativos e educativos, etc.

Para todos um até já com votos de boas férias para aqueles que as possam ter. Voltamos no final de Agosto.

16 julho 2007

ESTATUTO DO ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Há umas semanas, no blogue “Animação Sociocultural e Insularidade”, o colega Albino Viveiros dedicou um artigo à problemática do Estatuto do Animador Sociocultural (ver aqui). Tal artigo motivou, pouco depois, um outro subscrito pelo Prof. Avelino Bento, no blogue “Exdra e Animação” que pode, também, ser consultado aqui. Por seu turno, Rogério Silva no blogue “La Maleta” abordou igualmente esta temática num dos seus artigos sobre o “ANIMA 2007”, designadamente neste artigo em que reflecte sobre a comunicação conjunta proferida naquele evento “Exemplos vivos da Organização, organizar-se é andar”, pela APDASC – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Animação Sociocultural e pela Plataforma ECO/Plataforma Nacional. A leitura destes artigos motivou-me a escrever, também, algumas linhas sobre este tema.

Comecei a ouvir falar deste tema, algures no início da década de 1980. Era então “animador” na Casa de Cultura da Juventude de Évora e, nessa qualidade, estive presente num Encontro de Animadores Culturais que se realizou na Figueira da Foz com o objectivo de discutir a problemática do “Estatuto e da Carreira dos Animadores”. Importa esclarecer que o que estava em causa nesse Encontro realizado há quase 30 anos (o tempo passa mesmo a correr) era a integração na Função Pública, designadamente nos quadros do então FAOJ – Fundo de Apoio aos Organismos Juvenis, de duas centenas de “animadores” que exerciam funções de animação nas Casas de Cultura da Juventude que funcionavam nas capitais de distrito. Funções que então se centravam essencialmente na realização de actividades de promoção cultural direccionadas aos jovens nas áreas do teatro, do cinema, da fotografia, do vídeo e da expressão gráfica e plástica. Trabalho essencialmente desenvolvido no âmbito de ateliers onde os participantes tinham ocasião de aprender e praticar tais actividades. Acção complementada por actividades de divulgação e de sensibilização para a prática das mesmas. Na época não havia nenhuma formação certificada para o exercício de funções de animação. Estes “animadores” eram, fundamentalmente, indivíduos habilitados com ensino não-superior, alguns com formações complementares em áreas artísticas, e que frequentavam com regularidade em cursos e workshops de formação de animadores promovidos pelo próprio FAOJ. Os intentos então prosseguidos saíram gorados face a alterações que, pouco depois, se verificaram no quadro político-governamental do país e durante alguns anos o tema deixou de ser falado.

Até que, e em parte então já pela intervenção da ANASC – Associação Nacional dos Animadores Socioculturais, a questão do Estatututo e da Carreira dos Animadores Socioculturais voltou a ser falado. Tal aconteceu num momento em que já existiam cursos técnico-profissionais de Animação Sociocultural e, pelo menos, um curso médio nesta área. À semelhança do que aconteceu na década de 1980, uma vez mais, o que estavam realmente em causa era a tentativa de enquadrar na Administração Pública, particularmente nas autarquias locais, um conjunto de profissionais com formação técnico-profissional, média e superior em áreas relacionadas com a Animação Sociocultural. Desta feita os resultados foram mais positivos, com a definição, ainda que relativamente vaga e incompleta, da carreira de Animador Sociocultural ao nível das categorias de pessoal Técnico-profissional e de Técnico Superior da Administração Pública e com a respectiva inclusão das mesmas nos quadros de pessoal de muitas autarquias locais.

Acontece que o momento actual apresenta contornos distintos dos dois anteriormente referidos. Para começar devemos ter em consideração que a capacidade de absorção de profissionais da Animação por organismos da Administração Pública (Central e Local) é hoje muito mais reduzida em consequência das cada vez maiores restrições orçamentais. Acresce que mesmo as pequenas conquistas dos Animadores Socioculturais, antes referidas, estão hoje em perigo por força da mais que provável aprovação de um novo sistema de vínculos e carreiras da Administração Pública que se poderá traduzir numa muito menor diversidade de carreiras e significar, em especial para os jovens, uma maior precariedade no emprego público e a possibilidade de despedimento da Função Pública em condições idênticas às previstas no Código do Trabalho para o sector privado.

Falar hoje, em Portugal, de um Estatuto e de uma Carreira do Animador Sociocultural implica ter em consideração a crescente dificuldade de emprego no sector público e o aumento exponencial do número de indivíduos com habilitações ao nível técnico-profissional e superior para o desempenho de funções de Animação Sociocultural. A conjugação destes factos leva a que, na actualidade, aqueles que conseguem emprego na área se dispersem cada vez, quer ao nível da natureza das funções que exercem, quer ao nível da tipologia das entidades patronais, quer ao nível dos vínculos laborais. Tal dispersão dificulta, por certo, o estabelecimento de normas de enquadramento profissional que possam ser aplicadas a essas múltiplas de realidades.

Em relação aos indivíduos com qualificação técnico-profissional para o exercício de funções de Animação Sociocultural a situação parece caminhar para alguma normalização e regulamentação. Com efeito, e como se pode constatar aqui, a Animação Sociocultural é uma das áreas de educação e de formação contempladas no Catálogo Nacional das Qualificações estando para breve a divulgação dos respectivos Perfil Profissional e Referencial de Formação. Medidas que surgem no âmbito da reforma do ensino técnico-profissional de que resultou a uniformização das designações dos cursos do ensino secundário técnico-profissional até aqui existentes na área da Animação.

Ao nível do ensino superior a situação afigura-se bem mais complexa. Para começar, e concordando com a opinião expressa por inúmeros colegas, a aplicação do processo de Bolonha não se traduziu, como seria expectável, na uniformização das designações dos cursos e dos respectivos currículos, o que infelizmente não abona na consolidação da Animação Sociocultural. Depois, considero que as dificuldades a ultrapassar para que a Animação Sociocultural possa um dia vir a ser uma profissão regulamentada (como acontece com medicina, advocacia, arquitectura, psicologia, etc.), parecem-me quase inultrapassáveis num país onde profissões bem mais antigas e socialmente reconhecidas, (Assistente Social, por exemplo) ainda não o foram. A situação, a nível comunitário, onde a Animação Sociocultural apenas é uma profissão regulamentada na Polónia, também não tenderá a facilitar este processo. Talvez não tenha sido apenas por uma menor afirmação da Animação Sociocultural, que os nossos vizinhos espanhóis mantiveram, com Bolonha, a formação na área da Animação Sociocultural inserida na área da Pedagogia Social. É que esta profissão é reconhecida e, mais importante, regulamentada não só em Espanha, mas também na maioria dos países europeus (uma das excepções é Portugal).

Provavelmente, perdemos há alguns anos a oportunidade de colectivamente conseguirmos este desígnio ao não termos avançado no momento apropriado para a constituição de uma verdadeira associação socioprofissional que pudesse ter lutado junto dos poderes políticos pela regulamentação da profissão. Ainda que tal seja hoje possível, há que ter em consideração que os projectos de lei que brevemente serão discutidos em sede parlamentar tenderão a dificultar em muito a criação deste tipo de associações e a sucessiva regulamentação de novas profissões.

A conjugação de todos estes factores, e de outros que aqui não referi para não alongar demasiado este artigo, não pode deixar de se traduzir em algum cepticismo da minha parte em relação a uma regulamentação da nossa actividade traduzida num Estatuto do Animador Sociocultural. Espero, obviamente, estar enganado. Julgo, por tudo isto, que os nossos esforços terão de continuar centrados na promoção do reconhecimento social e institucional da natureza específica da Animação Sociocultural e das funções e competências dos Animadores Socioculturais, especialmente daqueles que possuem habilitações de nível superior nesta área. Neste desígnio deveríamos poder contar com o apoio e com a colaboração das instituições superiores que leccionam formação nesta área designadamente ao nível da teorização, da investigação e da divulgação técnica e científica. Mas isto não me parece fácil, já que o envolvimento nessas instituições de quadros docentes com formação académica e trabalho científico na área da Animação Sociocultural continua a ser muito residual.

06 julho 2007

"REVISTA DE JUVENTUD" (JUNHO DE 2007)

A edição de Junho de 2007 da “Revista de Juventud”, editada pelo Injuve de Espanha, é subordinada ao tema “"Jóvenes y constelaciones de desventaja en Europa".

Esta edição monográfica centra-se, principalmente, em duas situações nas quais se fundamentam aquilo a que os editores da revista chamam “las contelaciones de desventaja en los jóvenes de Europa”: por um lado os jovens que abandonam precocemente os estudos, e por outro lado, os jovens que estão desempregados ou cujos empregos são temporários ou precários.

Para abordar estas temáticas, os autores escolheram seis países europeus, utilizando como critério de selecção a sua situação específica, ou em outros casos as soluções que encontraram para ultrapassar as problemáticas em análise, nomeadamente aquelas que se podem considerar como “boas práticas”.

Os países retratados ao longo dos diversos artigos da revista são: a Bulgária porque, consideram os editores, pode ser importante, perante a sua entrada na União Europeia, conhecer a sua situação e a especificidade das medidas relacionadas com a população de etnia cigana; Reino Unido e Finlândia, países que obtiveram excelentes resultados no “Relatório PISA (OCDE), mas com um elevado desemprego juvenil na Finlândia, e altas taxas de emprego juvenil no Reino Unido; Dinamarca e Áustria, que tem taxas de desemprego juvenil baixas (5,6%) e reduzido abandono escolar precoce; Eslovénia, que conta com 4,2% de abandono escolar precoce onde, simultaneamente, o desemprego juvenil atinge a alta cifra de 16,9%; e finalmente a Espanha pela suas altas taxas de abandono escolar prematuro, a precariedade do emprego entre os jovens, mas também por aquilo que os editores da revista consideram como sendo boas práticas que se tem implementado, especialmente ao nível local.

São dez interessantes artigos sobre duas das problemáticas juvenis mais relevantes em toda a Europa a que Portugal obviamente também não escapa.

04 julho 2007

Animação na Blogosfera

Decidi proceder a uma nova verificação da presença da Animação Sociocultural e dos seus agentes no espaço da blogosfera, da qual resultou a actualização da lista de ligações existentes na barra localizada á direita desta página. Vejamos, em resumo, os resultados da verificação por mim efectuada.

Retirámos as ligações aos blogues “ANIMA-ESEB”, e “SER ANIMADOR”, uma vez que os mesmo não sofrem quaisquer actualizações há muitos meses.

Acrescentámos a ligação ao blogue “Reanimar-te” do animador Ruben Costa, a quem endereçamos os nossos parabéns e que esperamos que consiga manter vivo este seu espaço de reflexão e de divulgação da Animação Sociocultural.

Mantivemos as ligações já anteriormente existentes aos blogues “ExDra-Animação - Expressão Dramática, Teatro e Animação Cultural” do Prof. Avelino Bento da ESSE de Portalegre; “Animação Sociocultural e Insularidade” do animador Albino Viveros; “La Maleta” do animador Rogério Duarte Silva; e “O Animador Cultural e Desportivo” do animador Bruno Moita. Tratam-se de blogues regularmente actualizados e com conteúdos com interesse para aqueles que estudam ou trabalham na área da Animação Sociocultural. Fica, por isso, a recomendação de que visitem estes espaços.
Mantivemos, também, as ligações a um espaço da responsabilidade de estudantes de Animação Sociocultural que se tem mantido activo, o “Blogue dos Estudantes de Animação Sociocultural da ESEG”.

29 junho 2007

ASSOCIATIVISMO E RECURSOS HUMANOS

Diz o adágio popular que sem ovos não se fazem omoletas. Mas diz-me o senso comum que sem alguém que as saiba fazer os ovos jamais viram omoletas. Por analogia parece acertado afirmar que um projecto associativo sólido não se faz sem recursos materiais e financeiros para o desenvolvimento de actividades. Mas duvido que sem recursos humanos devidamente qualificados tais recursos possam ser devidamente aproveitados para o desenvolvimento sustentado de um projecto associativo.

Vem tudo isto a propósito da constatação de que o recém-criado PAJ – Programa de Apoio Juvenil limita a 30% do custo total de um projecto a parcela de estrutura onde se somam os recursos humanos às despesas de funcionamento corrente (água, energia, comunicações, etc).

Ora bem, acredito que o desenvolvimento do associativismo, em geral, e do juvenil em particular só é possível com a intervenção profissional recursos humanos devidamente qualificados. Poder-se-á argumentar que o associativismo juvenil deve assentar no trabalho voluntário dos associados. Argumento difícil de refutar mas que esquece que para ser verdadeiramente possível e minimamente eficaz o trabalho voluntário tem de ser devidamente enquadrado de um ponto de vista técnico. Porque me parece óbvio que sem motivação, formação, orientação e organização o trabalho voluntário dificilmente é viável.

Na minha modesta, e provavelmente não devidamente informada, opinião defendo que a prioridade estratégica de uma política de apoio ao desenvolvimento sustentado do associativismo juvenil, passível de se traduzir num grau de crescente autonomia face a financiamentos públicos e, simultaneamente, em mais e melhores ofertas de actividades e de oportunidades de participação para os jovens deveria assentar em mecanismos que permitissem dotar as associações de recursos humanos profissionais, devidamente habilitados do ponto de vista técnico. Porque acredito que tais recursos permitiriam a concepção e implementação de projectos mais adequados e eficazes. Porque acredito que desse modo se garantiria uma maior e mais efectiva participação de jovens. Recorde-se que a promoção da participação requer um trabalho avalizado, contínuo e sistemático na motivação e formação daqueles que se pretende envolver e no estabelecimento e manutenção de estruturas organizativas que promovam e possibilitem essa participação. Por outro lado creio que tais recursos são essenciais no estabelecimento de parcerias com outras entidades susceptíveis de co-financiarem projectos e actividades e no pleno aproveitamento de outros programas e mecanismos de apoio. São, ainda, essenciais na angariação, mobilização e correcta gestão de outros recursos humanos, materiais e logísticos.

Por último não podemos escamotear que o associativismo, em geral, e o associativismo juvenil, em particular, poderiam, e deveriam na minha opinião, contribuir para o aproveitamento pela sociedade de recursos humanos devidamente habilitados pelo nosso sistema educativo. Estamos obviamente a falar de jovens recém-formados que encontram cada vez maiores dificuldades na sua adequada integração profissional, face aos estrangulamentos do mercado de emprego, designadamente nas administrações públicas.

Por tudo isto tenho muita dificuldade em entender as limitações dos apoios que as associações juvenis podem receber para fazer face a custos com recursos humanos. Alegar-se-á que ao Estado compete essencialmente apoiar actividades para os jovens e não os custos de estrutura e funcionamento das associações. Posso até concordar com tal princípio se excluirmos destas parcelas os custos com a contratação de profissionais devidamente habilitados para o exercício de funções técnicas designadamente de gestão, formação e animação associativa, devidamente enquadrados em projectos que visem o desenvolvimento sustentado de espaços de participação juvenil que se traduzam em mais e melhores ofertas de actividades para os jovens.

As opiniões antes expressas, não podem deixar de reflectir a minha experiência pessoal ao longo das últimas décadas. Nestes anos assisti à criação, ao crescimento, ao desenvolvimento e, naturalmente, ao desaparecimento de largas dezenas de associações juvenis. Se me perguntarem qual o factor crítico no sucesso e no insucesso dos projectos associativos que acompanhei não hesitaria em apontar a existência, ou não, de recursos humanos devidamente habilitados. A falta de infra-estruturas e de recursos financeiros para o desenvolvimento de actividades superam-se com muito maior facilidade com tais recursos humanos, enquanto que, com alguma frequência, assisti ao desbaratar de condições materiais e financeiras por falta desses mesmos recursos.

Por último gostaria de expressar que acredito que a acção no âmbito social, e é aqui que temos de situar a promoção da participação juvenil através das associações de jovens, não se faz, não se pode fazer sem recursos humanos adequados. Não devo ser o único já que outros programas de apoio à acção social quer de âmbito nacional (Escolhas, ADIS/SIDA, por exemplo), quer de âmbito internacional (Apoio a Organizações Não-Governamentais Europeias de Juventude) contemplam o apoio ao recrutamento de profissionais devidamente habilitados. Exigem, é certo, que tais profissionais possuam habilitações e experiência adequados e estabelecem montantes máximos de financiamento (quase sempre equiparados aos salários de funcionários públicos com habilitações similares) mas contemplam-nos e em alguns casos tais apoios ao recrutamento de profissionais constituem parte substancial de tais programas.

A terminar, e porque sei que muitos dos que aqui chegam são, ou pretendem ser, animadores socioculturais fica a minha convicção de que os mesmos poderiam, profissionalmente, desenvolver um papel essencial na promoção do associativismo e da participação juvenil. Pela sua formação e pelos pressupostos técnicos e metodológicos em que a sua actuação se centra e deve centrar. Construindo, implementando e avaliando adequadamente projectos e actividades, implicando os jovens, promovendo processos de transformação e mudança nas comunidades, etc., etc.

28 junho 2007

Anigrupos actualizada

A página “Anigrupos: Recursos para Animação de Grupos” foi recentemente actualizada. Inclui, agora, três novas propostas de actividades para animação de grupos. Foi, também, acrescentada a possibilidade de acesso às dinâmicas e jogos em versão PDF para facilitar o arquivo e a impressão por parte dos interessados.

Esta página tem como objectivo disponibilizar aos interessados recursos que possam ser úteis no trabalho com grupos em contextos de animação, de educação e de formação profissional, entre outros. Inclui, para além de alguns artigos teóricos e ligações a outros sítios na Internet, um conjunto de jogos e de dinâmicas de grupos.