20 janeiro 2009

ANIPARTILHA

No âmbito do curso de Animação e Intervenção Sociocultural, da Escola Superior de Educação de Setúbal, e da Unidade Curricular Comunicação Empresarial e Marketing, foi recentemente criado um novo sítio na Internet que se denomina "Anipartilha".

De acordo com os seus promotores este espaço tem "como principais objectivos promover os animadores e a área da animação, desenvolver o espírito de solidariedade e possibilitar a aquisição de novas competências e novos contactos. Este novo espaço integra o "Fórum Anipartilha", que permite a partilha de serviços entre os animadores e profissionais com interesse na área da animação.

AniPartilha está disponível neste endereço.

19 janeiro 2009

VI Colóquio "Caminhos da Animação"

Os alunos do 3º ano do Curso de Animação Sociocultural da Escola Superior de Educação de Beja vão realizar a sexta edição do colóquio "Caminhos da Animação" e as terceiras Jornadas de Animação Sociocultural.


Como nos anos anteriores estas iniciativas pretendem ser um espaço de reflexão e intercâmbio de experiências nos diferentes âmbitos de intervenção da Animação.

As III Jornadas de Animação decorrem entre Novembro de 2008 e Fevereiro de 2009. Por seu lado, o VI Colóquio "Caminhos de Animação" realiza-se nos dias 4 e 5 de Fevereiro de 2009 no Auditório do Instituto Politécnico de Beja.

Para informações complementares e inscrições aceder aqui.

06 janeiro 2009

Seminário de apresentação e discussão de práticas e contextos de Animação Sociocultural


A 19 de Janeiro de 2009 irá decorrer na Escola Superior de Educação de Setúbal o ESEANIMA 2009, primeira edição do Seminário de apresentação e discussão de práticas e contextos de Animação Sociocultural.

Este seminário está aberto a todos os estudantes e profissionais ligados a esta área ou aqueles que queiram saber mais sobre a mesma. A troca de conhecimentos e experiências será o principal motor desta iniciativa que se espera de grande sucesso.

A inscrição é gratuita. O programa detalhado será divulgado brevemente. Obtenha informações adicionais através do e-mail: seminarioanimacao@ese.ips.pt

Fonte: AniNews - Blogue de Animação e Intervenção Sociocultural

22 dezembro 2008

Festas Felizes


Desejo a todos os leitores de "Anijovem" um Feliz Natal e um Ano Novo espectacular... Da minha parte conto voltar em Janeiro de 2009 para prosseguir esta partilha de reflexões e de informações sobre Animação Sociocultural e Juventude.

12 dezembro 2008

We-think: O Poder da Criatividade de Massas

Na sequência de um vídeo que aqui divulguei na semana passada sobre a novas conceptualizações do conceito de cultura deixo-vos hoje um outro denominado "We Think". Ele sintetiza as ideias de um livro com o mesmo nome da autoria um especialista inglês, Charles Leadbeater, que em síntese e de acordo com o autor pretende contribuir para "podermos tirar o máximo de proveito do potencial da Internet para espalhar democracia, promover liberdade, amenizar desigualdades e nos permitir de sermos criativos, em massa".

A tradução livre do vídeo é apresentada mais abaixo.



O público está a tomar conta do palco.
Graças à Internet milhões de pessoas podem ter uma palavra a dizer.
A informação está em toda parte: blogues, vídeos, websites, wikis.
E isto é bastante confuso.
Todo o mundo está a falar ao mesmo tempo.
As ideias ganham vida quando são partilhadas.
A Internet torna-se realmente interessante quando as pessoas disponibilizam as suas ideias. É então as pessoas se tornam realmente criativas.
Porque novas ideias surgem geralmente através da conversação, do diálogo. E a Internet é um diálogo de massas. E isto está a criar uma inovação de massas.
O século XX caracterizou-se pela produção em massa para consumo de massas: fábricas, carros, televisores e frigoríficos.
O século XXI caracteriza-se pela inovação em massa: mais ideias estão a ser partilhadas por mais pessoas do que nunca.
Os primeiros sinais de que isto é possível fazer são a Wikipedia e o Linux, o Slashdot e o “Oh my News”, o “Second Life” e o “World of Warcraft”.
Milhões de pessoas estão a criar jogos, mundos, conhecimento, informação, software...
As corporações tradicionais, organizadas na forma de pirâmides, denotam grande dificuldade em lidar com estas transformações.
A inovação de massas surge de comunidades. Estas erguem-se como um ninho de pássaro onde cada um deixa a sua peça.
E porque são as pessoas atraídas para essas comunidades? Não para ficarem ricas.
Mas antes para conviver e o obter o reconhecimento pelo trabalho que fazem.
O lema da geração que cresceu com a Internet é: Pensamos e, por isso, existimos.
E isto é bom. Para a Democracia, porque mais pessoas podem expressar as suas ideias; a para a Igualdade porque o conhecimento é disponibilizado para todos e, especialmente, para aqueles que não podem pagar para o obterem; para a Liberdade porque mais pessoas podem expressar livremente a sua criatividade.
Isto soa como uma utopia e há, ainda, muito trabalho pela frente.
Como iremos proteger o que é privado? Estamos sempre seguros quando partilhamos? E se a wikipedia não passar de lixo? Como podemos saber se todas as pessoas estão a partilhar livremente as suas ideias?
No passado, as pessoas eram aquilo que possuíam. Hoje são aquilo que partilham.
O que acha de tudo isto? Deixe um comentário abaixo ...

11 dezembro 2008

Divulgado estudo sobre a juventude espanhola

O InJuve, o Instituto da Juventude de Espanha, acaba de divulgar um documento denominado "Informe Juventud en España 2008" que constitui um retrato exaustivo da realidade juvenil no país vizinho.


O estudo agora divulgado, que está disponível on-line neste endereço, resulta de um inquérito aplicado a uma amostra constituída por 5.000 jovens e de informação estatística complementar e contempla diversas áreas temáticas: evolução demográfica; desigualdades de género; população imigrante; trabalho, economia e consumo; saúde juvenil; valores e crenças; participação política; e tempo livre.

De acordo com o InJuve este estudo pretende facilitar diagnósticos e orientar actuações em função das mudanças que se vão produzindo nos interesses e nas necessidades manifestadas pela própria juventude.

É consensual considerar que um adequado desenho de políticas, de programas e actividades para a juventude tem necessariamente de se suportar numa análise da realidade juvenil e é neste âmbito que importa salientar este estudo e recordar a escassa informação disponível sobre a realidade da juventude portuguesa.