O CCC – Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, a ANAE – Associação Nacional de Animação e Educação e a ESECS – Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria, celebraram recentemente uma parceria, que deu origem ao projecto de animação cultural Ludicidade.
22 junho 2011
Ludicidade – projecto de animação cultural
Publicado por JOSÉ VIEIRA à(s) 22.6.11 0 Comentários
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16 maio 2011
“Caminhos da Animação” - Vªs JORNADAS DE ANIMAÇÃO
Publicado por JOSÉ VIEIRA à(s) 16.5.11 1 Comentários
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31 março 2011
Sobre o reconhecimento e valorização dos profissionais da Animação sociocultural
O artigo publicado no blogue "Animação Sociocultural e Insularidade" por Albino Viveiros(*) com o título "Reconhecimento Profissional: Os nossos argumentos também são os argumentos dos outros" apresenta um conjunto de ideias que não posso deixar de subscrever e apoiar.
Escreve Albino Viveiros que "O reconhecimento profissional é uma problemática transversal a outros sectores profissionais. Os Animadores não estão sós na luta pela dignificação social da profissão." Esta falta de reconhecimento profissional não é exclusiva dos Animadores Socioculturais.
Esta situação é extensível a outros grupos profissionais que desenvolvem a sua acção nas áreas da intervenção social e cultural. É o caso, entre outros, dos técnicos de Serviço Social. A propósito disto, Albino Viveiros relata que uma das oradoras de uma conferência, realizada na Madeira, sobre Serviço Social "recordou os principais pontos de descontentamento que curiosamente são semelhantes no contexto do exercício profissional dos Animadores. O exercício da prática de Serviço Social por outros profissionais sem formação adequada e remunerações que não estão equiparadas às habilitações académicas dos técnicos de Serviço Social, a proliferação desregulada de formações em Serviço Social, foi outra das preocupações manifestadas pela docente."
Há algum tempo que defendo que as questões do reconhecimento e valorização profissional dos profissionais da Animação Sociocultural poderão ser facilitadas pela convergência de esforços com outros grupos profissionais que actuam em áreas similares e que se confrontam com problemas semelhantes.
Outra das afirmações de Albino Viveiros, que igualmente subscrevo, prende-se com a necessidade de os Animadores Socioculturais interiorizarem "que o reconhecimento profissional também se conquista pelo bom exercício da prática da Animação Sociocultural, pelo empenho na dignificação individual e colectiva da profissão. Estas são premissas que cada um deverá cultivar no quadro da intervenção institucional e comunitária. A dignificação profissional também é uma conquista quotidiana e de profunda persistência no acreditar que é possível mudar. Esta crença não vigora por meio de um qualquer decreto legislativo, ela é um exercício pessoal e intransmissível."
Ainda que possa ser importante possuir Estatutos e Códigos Deontológicos que enquadrem a profissão de Animador Sociocultural é no rigor técnico e na qualidade do nosso trabalho enquanto Animadores Socioculturais que reside a chave para superarmos os problemas que afectam a nossa actividade profissional.
* Albino Viveiros é licenciado em Animação Sociocultural e desenvolve a sua actividade profissional na Região Autónoma da Madeira onde, também tem vindo a desenvolver um importante trabalho na procura do reconhecimento e valorização da Animação Sociocultural.
Publicado por JOSÉ VIEIRA à(s) 31.3.11 0 Comentários
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28 março 2011
Projecto Inclusão
Este projecto surgiu da preocupação face ao que tem sido indicado em estudos científicos e observado no nosso trabalho de terreno: dentro da população jovem, a juventude lésbica, gay, bissexual e transgénera tem taxas particularmente elevadas de risco de depressão, baixa auto-estima, abuso de substâncias, auto-mutilação, ideação e tentativa de suicídio, em grande medida devido à discriminação e ao preconceito com que é confrontada no quotidiano. Nomeadamente, nas nossas escolas.
Esta iniciativa pretende fazer frente à pouca informação e discriminação ainda vigentes no campo da Educação em Portugal em relação a estes temas, e que resultam na transmissão de informação incorrecta, preconceituosa e estereotipada, assim como num ambiente negativo para o dia-a-dia dos jovens LGBT.
Entre outras acções, o Projecto Inclusão prevê uma campanha de cartazes contra o bullying homofóbico a arrancar neste ano lectivo nas escolas do 3º Ciclo do Ensino Básico, Ensino Secundário e Ensino Universitário em Portugal. À semelhança da campanha de cartazes contra o bullying homofóbico, será também lançada uma campanha de sensibilização através da PostalFree, com 100 mil postais distribuídos pelos circuitos de ensino, cinema e lazer.
O Projecto Inclusão prevê ainda o planeamento e realização de formações para profissionais que trabalhem com jovens. As formações vão realizar-se em 6 distritos diferentes, pretendendo chegar-se a todo o território nacional. Em cada formação, será abordado o tema do Bullying Homofóbico na Escola, bem como a realidade da juventude LGBT. Estas formações pretendem aprofundar e desenvolver competências na temática LGBT. Todos os participantes, no fim de cada formação, devem procurar ser agentes de formação nos seus próprios locais de trabalho e junto dos seus pares. Mais, deverão possuir conhecimentos de como agir perante a especificidade da juventude LGBT e a discriminação de que são alvo diariamente. No fim de cada formação, todos os participantes receberão um certificado de participação. A inscrição e participação nas formações é gratuita (almoço por conta dos participantes).
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24 março 2011
Acções para a Sustentabilidade Florestal
Para mais informações devem as entidades contactar as Direcções Regionais do Instituto Português da Juventude.
Publicado por JOSÉ VIEIRA à(s) 24.3.11 0 Comentários
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Campos de Voluntariado Jovem
Foi recentemente lançado o novo programa "Campos de Voluntariado Jovem" que assenta numa parceria entre o Instituto Português da Juventude I.P. (IPJ), a Autoridade Florestal Nacional (AFN) e o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, I.P. (IFAP). Os "Campos de Voluntariado Jovem" são experiências colectivas de voluntariado para jovens, nas florestas e comunidades locais, em projectos de 7 noites e 8 dias consecutivos. Assentam em actividades residenciais que deverão contemplar de forma equilibrada, um plano com as actividades de trabalho e actividades lúdicas/turísticas e culturais de conhecimento e interacção com o meio local.
Entre 21 de Março e 8 de Abril estão abertas as candidaturas para entidades promotoras de Campos de Voluntariado Jovem. Podem concorrer como entidades promotoras: Associações Juvenis inscritas no Registo Nacional do Associativismo Jovem (RNAJ) e Entidades sem fins lucrativos ligadas ao ambiente.
São elegíveis as actividades ambientais que se inscrevam na área das florestas, com objectivos de defesa e preservação do património ambiental, cujas acções de carácter colectivo poderão ser a limpeza dos espaços florestais; recuperação de trilhos e caminhos; observação e vigilância de fauna e flora; acções de sensibilização das populações e jovens, e acções de prevenção para evitar a ocorrência de incêndios, entre outras.
As candidaturas deverão ser apresentadas e aprovadas para grupos, no mínimo de 10 e no máximo de 20 jovens, sendo o número de monitores de 2 para grupos até 12 jovens e de 3 para grupos de 13 a 20 jovens.
Para informações complementares sobre este programa consultar esta página.
Publicado por JOSÉ VIEIRA à(s) 24.3.11 0 Comentários
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19 janeiro 2011
Estatuto e código deontológico do Animador Sociocultural
Após ratificação por aclamação no I Congresso Nacional de Animação Sociocultural "Profissão e Profissionalização dos/as Animadores/as" , que decorreu em Aveiro no passado mês de Novembro, resultado da aprovação por unanimidade em Assembleia-geral da APDASC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Animação Sociocultural, estão disponíveis para o público o Estatuto do/a Animador/a Sociocultural e o Código Deontológico do/a Animador/a Sociocultural.
Há muito que entendo que se a Animação Sociocultural não for devidamente valorizada pela sociedade dificilmente obteremos o reconhecimento institucional, profissional e político da nossa actividade. É certo que muito mudou nas últimas três décadas no nosso país no que à Animação Sociocultural respeita. Registaram-se avanços muito significativos ao nível da formação com a certificação ao nível do ensino secundário e superior para o exercício da função. Mas entendo que continua a verificar-se uma subvalorização da nossa profissão face a outras com que nos cruzamos no nosso trabalho em contextos sociais, culturais e/ou educativos.
E convém não alimentar demasiadas ilusões porque não acredito que se possa decretar o valor de uma actividade profissional.
Publicado por JOSÉ VIEIRA à(s) 19.1.11 2 Comentários
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16 janeiro 2011
Quaderns d'Animació i Educació Social

- LA MEDIACIÓN Y LA DIALOGICIDAD HERRAMIENTAS BÁSICAS DE LA ANIMACIÓN SOCIOCULTURAL por Mario Viché González;
- MENINAS DE RUA NA CIDADE DE MAPUTO: UMA QUESTÃO NEGLIGENCIADA por Miguel Marrengula;
- ANIMACIÓN SOCIOCULTURAL, UN ENFOQUE ABSOLUTAMENTE NECESARIO EN LA INTERVENCIÓN CULTURAL por Carles Monclús i Garriga;
- ASSOCIAÇÃO INSULAR DE ANIMAÇÃO SOCIOCULTURAL. UM OLHAR REFLEXIVO SOBRE O PRESENTE E O FUTURO por Albino Luís Nunes Viveiros;
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